Ter para fazer
Seu eu tivesse um balde… juro que chutava.
Seu eu tivesse um balde… juro que chutava.
Necessidades e possibilidades andam mais juntas do que eu imaginava.
A companhia da agonia fez com que os próximos passos ficassem amargos.
É mais fácil escrever quando, ao invés de lápis e papel, se usa o coração.
De filas de bancos até blocos de carnaval, a minha esperança segue tentando te encontrar. Te confundo em cores, formas e gentilezas. Alegro um pouquinho a minha tristeza. Volto, disfarço, me afasto e não era você.
Eu me considero um ótimo criador de listas, porém sou um péssimo cumpridor de itens.
A tolerância é o segredo do amor.
Confundo evolução com mudança quase que o tempo todo.
Tão definido quanto as suas indefinições.
Ficar pobre pode ser uma maneira de enriquecer.
Realidade é uma questão de ponto de vista.
O jornal acumula o tempo. Entre dois pontos os nossos contratempos. Mesmo assim, felizes a nossa maneira. Felizes passo a passo, como gostam de dizer. Ela as avessas com o último problema. Ele? Desligado do mundo, como sempre.
Sorte ou revés? Pouco importa.
Nada de novo. Nada de bom.
Corre pra ver a nova moda de ficar irritada!
Não perde um capítulo da bagunça diária…
E essa falta de novidade batendo na porta?
Basta um pouco da última, desconhecida, novidade que os ponteiros já desandam e embaralham todos os compromissos.
Curioso, diferente, aparentemente divertido. Divide opiniões, cria situações. O deslumbre sabe como ninguém pontuar destinos. Mas como tudo tem um final torto e divertido, a gente volta para rotina daquela velha e desvirtuada, que escapa, que foge, mas que conhece o seu devido lugar… paixão…
Eu me saboto por necessidade de reinvenção.
O cansaço também acalma.
No dia que eu não sentir mais inveja, serei bem sucedido.